27 maio, 2008

Ao perder tudo

Torna-se complicado falar contigo. A chuva passou a fazer de cortinado enquanto esperava que tudo fosse fácil como antes. Procuro por ti, tento falar mas não consigo resposta, sinto-me frágil mas não dou o braço a torcer. Parece tudo tão estranho. Da varanda de onde caíam as chaves de tua casa agora apenas caem gotas de chuva, da tua cortina que luzia apenas lhe vejo as frestas entre-iluminadas. Nem uma palavra tua, nem um sinal de vida, apenas um 'não' permanente enquanto me embalo ao som da chuva que me rodeia. O melhor é partir e parto, sem deixar rasto, sem deixar nada para trás, sem pensar que me podias responder, sem pensar mais em ti... Desculpa mas quem era não volto a ser, e ao que parece, para ti morri. Até sempre.

5 comentários:

Anónimo disse...

Amanhã vou acordar e perceber que tudo não passou de um sonho, que não tenho asas e que não consigo voar até à tua janela. Mas tu és real. E de cada vez que te vir, vou sorrir ao lembrar-me do meu sonho. E se tudo tiver que não passar de um sonho, antes ter sonhado como sonhei, do que não seres real e não poder guardar para mim cada instante, cada parte, cada toque, cada palavra, cada pormenor do meu sonho...

Love is suicide baby... :')

Anónimo disse...

nao. ao morreres toda a minha entrega, dedicaçao, amor, esperença teriam sido em vao... para mim vais renascer* ate sempre

Anónimo disse...

Mas quem é o "xi"? este texto não é para ti, cromo(a).

Jóni Costa disse...

por acaso é para a xi...
hasta

Anónimo disse...

mas nao se batam lol =P* ihih kidding