| Dia após dia com mais intensidade, 3 manos e um local, chá quente, águas com gás e corações ardentes de dedos de conversa e revistas aos quadradinhos escritas na língua irmã peninsular, enquanto um brilho invade um mano no olhar. Brilho este de quê? Algures entre o horizonte e o 'não sei o quê', um vazio invade-nos a mente, um chillout pesado como de uma grande corrente de ferro se trata-se, prendendo palavras, extravagando sentimentos e desejos comemorados entre algures o 'local', Frio? Não... o tempo aquece, mas de nada e nem de nenhum de nós se esquece, não arrefece e entardece... A conversa continua, de mulheres, cultura e música como se o amanhã não existisse e em nós não se retratasse.
1 hora, 2 horas a fio, conversa pálida como a mesa, como as cadeiras e como o luar que nos invadia o ser... Os três ficam sempre, não há heterónimos que substituam o que poucas mas boas vezes se repete sem pudor, sem dor, com amor?
Talvez sim, talvez não... s i l ê n c i o
. . .
Ouvimos o palpitar do coração, por entre vozes que vêm do fundo sem preceber o 'porque não' do Mundo e permanecemos inalterados, sem qualquer alteração física inconstante. Assim é o peso de uma amizade, deveras imcompreendida mas com um doce sabor amargo proveniente do coração.
Um adeus? ou melhor não...
Continuamos os três, agora aplicando sobriedade no real viver, Ideias?
Juntos? sempre... Até quando?
Até so sol se pôr
Até ao horizonte não se ver
Até não haver amanhecer
Até que um dia o esquecimento ou a morte um de nós tenha de escolher. |
by Jóni Costa @ 'galerias santa clara - coimbra'
2 comentários:
=) GMDT Joninho... és um menino de ouro!!! bjitos
d ouro? mto mais... lol!!
mas serás sempre o nosso menino...
gmdt!!
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